Em entrevista à Pastoral Carcerária, Padre Vitor César, Diretor Espiritual da PCr da Arquidiocese de Vitória (ES) denuncia as condições torturantes no cárcere do Espiríto Santo, chamando atenção especial à questão das mulheres encarceradas, que costumam ser abandonadas, e da população LGBTQIA+, tão marginalizada:
“Quando temos um irmão homem encarcerado em geral está com ele a presença da sua mãe, a presença da sua namorada, da esposa, companheira, seja o que for. No caso das mulheres, grande parte delas são abandonadas por todas as pessoas da família”. (…) O que nos deixa ainda mais apreensivos é o fato da questão da saúde mental, de modo especial na sua unidade LGBTQAI+, pelo histórico de abandono e discriminação, são pessoas que chegam muito fragilizadas e vivendo sob essa estrutura de moer gente, de homofobia”.
Colaborou: Pastoral Carcerária
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