Tomando como ponto de partida um caso de violência policial contra indígenas em Minas Gerais, o coordenador do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) Regional Leste, Haroldo Heleno, abordou junto à comunidade internacional, durante o Debate Geral da 58a Sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, nesta segunda-feira (17), as agressões fora de controle desses agentes de repressão do Estado brasileiro contra os povos indígenas.
Em setembro de 2024, dentro da Terra Indígena Nhanderu Marangatu, o jovem Guarani Kaiowá Nery Ramos da Silva foi morto com um tiro na cabeça que partiu do rifle de um atirador de elite da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul.
Aos casos citados por Heleno se somam a outros ocorridos contra os Avá-Guarani no oeste do Paraná, contra os Pataxó, Pataxó Hã-hã-hãe e Tupinambá no sul e extremo-sul da Bahia. No Brasil, a violência policial se estende ainda com negativo destaque aos quilombolas, sem-terras e populações periféricas em centros urbanos.
Colaborou: CIMI
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