“Nossa missão é amar as pessoas” | Reflexão para o 5º Domingo da Páscoa, com Diácono Bernardo Rangel Tura


A Palavra de Deus neste domingo nos chama a pensar sobre a missão de quem se dispõe a seguir Jesus, o que nos caracteriza, quais são os nossos compromissos? Hoje em dia muitas são as vozes que querem tornar esta questão tão complicada, que parece ser impossível achar uma resposta satisfatória para ela, mas as coisas são bem mais simples do que parecem.

Na primeira leitura, vemos Paulo completar uma de suas missões indo a vários lugares diferentes para levar a boa nova da Ressurreição. Em cada lugar ele deixou uma pessoa responsável para que o povo continuasse no seguimento de Jesus, porém há uma afirmação estranha, que leva alguns a pensarem que Deus deseja o sofrimento de seus filhos. Ele afirmou que: “É preciso que passemos por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus.”

No contraponto, na segunda leitura, João nos mostra que o desejo divino é que não haja mais choro ou luto, que tornar novas todas as coisas significa o compromisso com um mundo onde não haja o mal e que todas as pessoas vivam em paz, mas isso parece ser impossível de se pensar.

No Evangelho, Jesus nos dá a resposta ao desafio apresentado por João e por Paulo. Como é possível levar a um mundo dividido uma boa nova que nos traga uma vida onde não haja mais choro ou dor? A reposta é o novo mandamento, que nos manda amar as pessoas do nosso entorno como Ele nos amou. Ou seja, de forma ilimitada e incondicional e esta deve ser a nossa marca.

Quanto a nós, vamos sair no mundo nesta missão de amar a todas as pessoas – principalmente as das periferias sociais e existenciais – sem limites ou condições. Criar um mundo com justiça social e de paz para que haja vida em plenitude com uma relação de reciprocidade com a mãe terra, até o dia que chegaremos na terra sem males.

A todas as pessoas que esta mensagem chegar,
Beijos e bênçãos,
Diácono Bernardo Tura


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