Por Solange Maria do Carmo
Essa não é uma pergunta incomum aos humanos. Vai e volta, a gente se pergunta: “E agora, para onde vou? Para onde conduzo minha vida? Que caminho tomar?”. Davi fez essa pergunta em momento de muita tristeza. Havia perdido um amigo querido, Jônatas. O luto de alguém que a gente ama sempre nos desorienta. Depois da partida do amado, é preciso reorganizar o quarto da vida sem sua presença. Mas Davi não estava sozinho. Pela fé, sentia-se guiado por Deus e daí o questionamento. O Senhor lhe indicou o monte Hebron, ou seja, um lugar simbólico do encontro com Deus. O monte é sempre visto na cultura judaica como lugar onde Deus se manifesta. Também nós não estamos sós nas encruzilhadas da vida. Deus, na sua bondade, nos acompanha em toda decisão e nos espera no “monte” para nos orientar com sua luz.
Colaborou: Fique Firme
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