Há nove anos, o Papa Francisco instituiu este dia para lembrar o essencial: a Igreja tem um dever direto com os pobres.
Dom Maurício nos alerta com a Palavra de Deus: “Quem quiser salvar a própria vida, vai perdê-la” (Lucas 9,24).
O cuidado com os pobres não é opção, é obrigação da Igreja.
O Código de Direito Canônico é claro:
“Os fiéis têm o dever de promover a justiça social e ajudar os pobres com os próprios meios.” (Cânon 222)
E Dom Maurício reforça:
“A paróquia deve ser lugar de acolhida, onde o pároco busca os pobres, os aflitos e os solitários.” (Cânon 529)
Os bens da Igreja têm uma finalidade clara: servir os pobres.
O próprio Código de Direito Canônico lembra que a missão vai além da oração — é ação concreta, promoção da dignidade humana e acolhida dos que estão à margem. (Cânon 1254 §2)
Dom Maurício explica:
“O Dia Mundial dos Pobres não é apenas para rezar.
É um chamado à conversão, a cada cristão, cada pastoral, cada comunidade.”
Cristo está nos famintos, nos doentes, nos presos — em todos os que precisam ser amados com gestos e não apenas palavras.
Servir é o modo mais autêntico de amar com Jesus.
Série especial da Arquidiocese de Botucatu sobre a Jornada Mundial dos Pobres.
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