Os ricos opulentos de Dickens e Lucas (Lc 16,19-31) e nossa indiferença diante dos empobrecidos

Por Pe. Hermes A. Fernandes As relações entre ricos e pobres povoam nossa história humana. Há quem se deixe enamorar pelo desejo de acolher e amar os sofredores. Há quem lhes sejam indiferentes e, até mesmo, hostis. Na literatura, assim como nas Escrituras Sagradas, estas relações não podiam passar despercebidas. Nos escritos de Lucas, podemos encontrar... Continuar Lendo →

5º Domingo do Tempo Pascal: “Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (Jo 13,34) | Reflexão de Pe. Oscar Beozzo

https://www.youtube.com/watch?v=KuJQC7a6V5E Evangelho (Jo 13,31-33a.34-35) 31 Depois que Judas saiu do cenáculo disse Jesus: "Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. 32 Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo. 33a Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. 34 Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como... Continuar Lendo →

Reflexão para o 5º Domingo da Páscoa – João 13,31-33a.34-35 (Ano C) | Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues

Todos os anos, a liturgia do quinto e do sexto domingo do tempo pascal utiliza passagens do chamado “testamento de Jesus” do Quarto Evangelho (Jo 13–17). Esses capítulos, que correspondem ao relato da última ceia, contém o ensinamento mais precioso de Jesus no contexto narrativo do Evangelho de João. Trata-se de um conjunto de diversos... Continuar Lendo →

“A glória e o amor, as memórias de maio, em tempos de Leões!” – (Ap 21,1-5; Jo 13,31-33a.34-35) | Reflexão de Frei Jacir de Freitas Faria

https://youtu.be/6J4aiAiaJdE?si=WtaQwpOiAf88jqq4  Frei Jacir de Freitas Faria, OFM [1] Os textos sobre os quais vamos refletir são Ap 21,1-5 e João 13, 31-33a.34-35). Os temas tratados são a glória de Jesus, o amor entre os cristãos e o sonho de um novo céu e uma nova terra. O que Jesus quis dizer ao afirmar que ele... Continuar Lendo →

Confiança

Por Marília Murta de Almeida Dizem que Pedro Casaldáliga, o bispo do Araguaia, deixava sempre a porta de sua casa aberta e uma cama disponível para o caso de alguém precisar de pouso. Sabe-se também que viveu sob ameaça de morte, o que faz dessa decisão de manter aberta a casa, no mínimo, uma imprudência.... Continuar Lendo →

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