Maria, geradora de vida

O mês de Maio dedicado a Maria, tempo pascal que antecipa a festa de Pentecostes. Jesus sendo Deus é nascido de mulher, nos leva a pensar a verbos como nascer, gerar, conceber, dar à luz. São os verbos que nos reconduzem à primeira página do Evangelho de Mateus. Gerar é o verbo que tece (Mt... Continuar Lendo →

A Compaixão em um mundo injusto

Por Juan José Tamayo Uma das respostas mais radicais e, a longo prazo, mais eficazes, aos discursos e crimes de ódio, tão difundidos em nossa sociedade pelas organizações políticas de extrema direita e pelos movimentos religiosos fundamentalistas e integristas. Com profunda ressonância na sociedade e nas religiões, é a compaixão, "uma virtude sob suspeita", como... Continuar Lendo →

Ave, Maria, cheia de graça!

Por Pe. Alfredo J. Gonçalves, CS Estamos diante da saudação do anjo a uma jovem simples e humilde de Nazaré. Esta visita do mensageiro de Deus a Maria transmite uma experiência humano-divina transbordante e inauferível. A razão e a linguagem humanas, de fato, jamais poderão penetrar o mistério de Deus, nem exaurir sua infinita profundidade.... Continuar Lendo →

Gratidão, Papa Francisco 

Gratidão é o sentimento nobre que reluz dentro do luto vivido pela Igreja Católica com a morte do Papa Francisco. Uma luz alimentada pelas alegrias pascais advindas da ressurreição de Jesus, o único vencedor da morte. Gratidão que fecunda as raízes da “árvore Igreja”, para torná-la, na sua floração e nos seus frutos, servidora e hospitaleira,... Continuar Lendo →

Doutrina Social da Igreja

Por Pe Domenico Costella "O ensino e a difusão da doutrina social fazem parte da missão evangelizadora da Igreja"  (João Paulo II) Introdução: A locução doutrina social remonta a Pio XI (QA) e designa o corpus doutrinal referente à sociedade que, a partir da Encíclica Rerum Novarum (1891) de Leão XIII, se desenvolveu na Igreja através do... Continuar Lendo →

Religiosidade subjetiva na atualidade

Por Rafael Lopez Villasenor O campo religioso é atingido pelas grandes transformações sociais, como parte da modernidade líquida, criando-se uma religiosidade subjetiva, individualista e difusa, muitas vezes, desligada das instituições religiosas. É um fenômeno próprio da nossa época, aonde os valores perenes e sólidos são cada vez mais relativizados, transitórios, subjetivos, emotivos... as pessoas escolhem... Continuar Lendo →

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