Missa, adoração, tempo e missão diante das perguntas que atravessam nossa experiência de fé
Por Seny Giannini.
Este texto nasceu da escuta. Não de uma discussão teológica planejada, nem da intenção de responder imediatamente a alguém, mas de frases e comentários ouvidos no cotidiano — a começar por uma afirmação que me fez parar e pensar: “Eu não preciso ir à missa para estar em comunhão com Deus”. A ela vieram outras, quase como desdobramentos naturais: “a missa é chata”; “é sempre aquele ‘senta, levanta e ajoelha’”; “uma hora já seria tempo demais”; e “se depois da celebração ainda existe uma hora de adoração, por que permanecer tanto tempo na igreja?”. Não tenho a intenção de oferecer respostas prontas; este texto nasce atravessado por essas e por muitas outras perguntas que me fizeram pensar sobre o nosso jeito de celebrar. Fiquei pensando e refletindo por muito tempo, até perceber quantas perguntas estavam escondidas nessas falas. O que entendemos quando dizemos que estamos em comunhão com Deus? O que esperamos encontrar ao participarmos da Eucaristia? Em que momento começamos a medir a profundidade de uma experiência religiosa pela duração do culto, pela emoção que ela produz ou pela quantidade de práticas que conseguimos reunir em torno dela? Não se trata de defender indiscriminadamente uma maneira certa de celebrar. Existem celebrações profundamente bem preparadas e outras que precisam ser revistas. Há momentos litúrgicos que legitimamente exigem mais tempo e há celebrações que se prolongam pelo acúmulo de elementos que nem deveriam estar ali. Também é verdade que Deus não está confinado ao espaço de um templo. Ele pode ser encontrado na oração pessoal, na Palavra, no silêncio, na contemplação da criação, nas relações sociais e nas situações concretas da vida cotidiana.
A afirmação de que podemos encontrar Deus fora do templo é verdadeira. O problema começa quando essa verdade é utilizada para concluir que, por isso, a Eucaristia se tornou dispensável. A questão não é simplesmente onde Deus pode ser encontrado, mas o que significa ser uma comunidade que se reúne para celebrar a Páscoa de Cristo. Para a fé cristã, a Eucaristia não é apenas mais uma prática religiosa entre tantas outras. O Catecismo da Igreja Católica a apresenta como “fonte e ápice de toda a vida cristã” (CIC n. 1324). Nela, a Igreja não se reúne apenas para buscar uma experiência individual de Deus: é reunida por Cristo, escuta sua Palavra, participa do memorial de sua Páscoa, recebe o alimento eucarístico e é enviada. A Eucaristia realiza, portanto, uma comunhão que não é apenas individual, entre cada pessoa e Deus, mas também coletiva, eclesial. Tornamo-nos Corpo Místico de Cristo. Talvez seja justamente essa dimensão comunitária que se perca quando a missa deixa de ser reunião dos irmãos em Cristo e passa a ser percebida apenas como uma obrigação religiosa que somos obrigados a cumprir. Quando isso acontece, a pergunta deixa de ser “o que estamos celebrando?” E passa a ser “Quanto tempo falta para acabar?”.
É nesse contexto que ouvimos outra conhecida reclamação: “É só sentar, levantar e ajoelhar”. É fácil ouvi-la apenas como uma crítica à liturgia. Prefiro escutá-la como um sintoma. Se uma pessoa percebe a celebração apenas como uma sucessão de movimentos corporais, com certeza algo não foi compreendido. Faltou catequese. Falta acompanhamento pastoral. Os gestos continuam ali, mas o sentido desapareceu. A liturgia é uma linguagem. O corpo participa dela, o silêncio fala, a postura expressa uma atitude, a escuta da Palavra não é um intervalo e o canto não é simplesmente uma música inserida na celebração. Os sinais sensíveis da liturgia têm a função de conduzir a comunidade ao Mistério celebrado. Quando essa linguagem não é compreendida, aquilo que deveria ser expressão pode transformar-se em mera execução. O problema, portanto, não é o fato de levantarmos, sentarmos ou ajoelharmos. O problema é quando fazemos tudo isso sem saber por quê.
O Concílio Vaticano II compreendeu que a participação litúrgica exige formação. A Sacrosanctum Concilium afirma que a Igreja deseja conduzir os fiéis a uma participação plena, consciente e ativa e relaciona essa participação à necessária educação litúrgica (SC, n. 14). Ao tratar da celebração eucarística, o documento também insiste na participação consciente e piedosa dos fiéis, para que não permaneçam diante do Mistério como meros espectadores (SC, n. 48).
Participar, portanto, não significa simplesmente estar presente, assim como participação ativa não significa necessariamente fazer muitas coisas. É possível exercer diversas funções durante uma celebração e permanecer distante de seu sentido. Também é possível permanecer em silêncio e participar profundamente. O que falta, muitas vezes, não é atividade, mas iniciação. O Papa Francisco retoma essa questão em Desiderio desideravi, ao insistir na necessidade de uma formação litúrgica que permita aos fiéis compreender o sentido teológico da liturgia, os textos, os dinamismos rituais e sua dimensão humana. Não se trata apenas de conhecer as partes da missa e aprender quando sentar, levantar ou ajoelhar, mas de entrar no significado dos sinais, dos textos e dos gestos que constituem a celebração (DD, n. 35). Então, quando alguém diz que a missa é “chata”, a resposta não deve ser uma repreensão. Podemos perguntar se essa pessoa realmente aprendeu a celebrar. Existe uma diferença entre rejeitar aquilo que conhecemos e não encontrar sentido naquilo que nunca nos ensinaram a compreender.
E essa dificuldade de compreender também se relaciona à maneira como experimentamos o tempo. Vivemos em uma cultura marcada pela velocidade, pela sucessão de estímulos e pela expectativa de respostas imediatas. Byung-Chul Han chama a atenção para os efeitos dessa aceleração sobre a experiência humana e para a dificuldade contemporânea de permanecer diante daquilo que não oferece estímulo constante ou resultado imediato (HAN, 2015). Essa lógica também pode alcançar nossa maneira de viver a religião. Começamos a perguntar se a missa foi boa da mesma forma que perguntamos se uma experiência valeu a pena: foi emocionante? Foi dinâmica? Gostei da música? O padre falou de uma maneira que me agradou? Demorou muito? Passou rápido? Senti arrepios? Não há nada de errado em reconhecer que uma celebração pode ser acolhedora ou pouco acolhedora, bem preparada ou mal preparada. O problema surge quando nossa satisfação pessoal passa a ser o principal critério para avaliar a liturgia. A Eucaristia não existe para competir com o entretenimento.
Isso também não significa que a celebração deva ser fria, indiferente ou incapaz de tocar a sensibilidade humana. Somos corpo, memória, afeto e inteligência, e tudo isso participa da oração. A questão é outra: quando a emoção se torna a medida da autenticidade da fé, começamos a exigir da liturgia aquilo que ela não foi criada para oferecer. Uma celebração pode não provocar lágrimas e, contudo, ser profundamente transformadora. A Palavra pode não produzir entusiasmo imediato e permanecer trabalhando silenciosamente na consciência. Um momento de silêncio pode parecer vazio para quem está acostumado ao estímulo constante e, justamente por isso, tornar-se um dos momentos mais necessários da celebração. É possível que nossa dificuldade de permanecer tenha menos relação com o relógio do que imaginamos. Antes de perguntar quanto tempo a missa deveria durar, precisamos perguntar o que o tempo da missa está fazendo em nós. A questão da duração pode aparecer como consequência do mesmo problema. Se uma pessoa diz que uma hora de missa é longa demais, precisamos ouvi-la. Existem celebrações que poderiam ser mais bem preparadas, mais objetivas e mais fiéis à própria estrutura litúrgica. O Concílio Vaticano II orienta que os ritos sejam marcados pela nobre simplicidade, pela clareza e pela ausência de repetições inúteis (SC, n. 34). Ao tratar da revisão do Ordinário da Missa, recomenda também que sejam eliminados elementos que se duplicaram ou foram acrescentados com pouco proveito, preservando-se a substância dos ritos (SC, n. 50).
Isso é muito diferente de estabelecer um cronômetro espiritual. Não existe uma duração ideal da Missa que possa ser transformada em regra universal. Há celebrações que, por sua própria natureza, exigem mais tempo; há outras que se prolongam porque acumulamos elementos que poderiam ser realizados antes ou depois. Há também celebrações breves que são apressadas e mal preparadas. O critério não deveria ser simplesmente a quantidade de minutos, mas a relação entre o tempo utilizado e aquilo que a celebração pretende realizar. Uma missa não se torna mais poderosa porque demora mais. Tampouco se torna necessariamente melhor porque termina rápido. A questão verdadeiramente litúrgica é outra: o tempo está a serviço da celebração ou a celebração está sendo utilizada para ocupar o tempo?
Essa pergunta vale para tudo aquilo que acrescentamos ao redor da Eucaristia. Uma música pode ajudar a assembleia a rezar; também pode simplesmente prolongar um momento desnecessariamente. Uma reflexão pode iluminar a Palavra; outra pode transformar a homilia em uma segunda palestra. Um testemunho pode favorecer a experiência comunitária; outro pode deslocar o centro da celebração. Uma homenagem pode ter seu lugar; esse lugar, porém, nem sempre precisa ser dentro da Missa.
Discernir não é empobrecer a celebração. É reconhecer que nem tudo o que é bom precisa acontecer dentro dela. E aqui somos levados a outra questão: a adoração. E é preciso ter cuidado para não criar uma oposição que a própria Igreja não cria. A adoração eucarística é uma prática legítima, preciosa e recomendada. O problema não é a adoração. A questão é o momento, o modo e o significado que damos a ela. Bento XVI, em Sacramentum Caritatis, afirma a relação intrínseca entre celebração e adoração. Ao mesmo tempo em que recomenda vivamente a adoração eucarística, ele ensina que a própria celebração eucarística é o maior ato de adoração da Igreja e que receber a Eucaristia significa colocar-se em atitude de adoração daquele que se recebe (SCa, n. 66-67). Isso deveria nos fazer pensar. Se a própria celebração eucarística já é um ato de adoração, não começamos a adorar somente quando a missa termina. A atitude de adoração já está presente na própria celebração eucarística: na escuta, na atitude corporal, no silêncio, na oração e, de modo singular, no encontro sacramental com Cristo.
A adoração fora da missa possui, contudo, seu próprio valor. Ela pode prolongar e intensificar aquilo que aconteceu na celebração, permitindo que o fiel permaneça diante de Cristo, aprofunde sua ação de graças, contemple o Mistério e deixe amadurecer em si aquilo que celebrou (SCa, n. 66). Aqui precisamos distinguir duas realidades que podem parecer semelhantes, mas não são. Prolongar uma experiência não é transformar esse prolongamento em parte integrante da experiência original. A adoração eucarística pode prolongar a celebração. Pode permitir que permaneçamos em silêncio diante daquele que recebemos, aprofundemos nossa ação de graças, contemplemos o Mistério e deixemos amadurecer em nós aquilo que celebramos. Tudo isso é precioso. A questão merece ser colocada quando, pastoralmente, a adoração é incorporada imediatamente ao fluxo da celebração, especialmente quando a comunidade permanece no mesmo contexto celebrativo e a conclusão da missa acaba sendo percebida como dependente do término da adoração. Nesse caso, não se trata apenas de perguntar se a adoração é boa. Precisamos perguntar o que essa organização comunica sobre a própria Missa.
A celebração terminou ou ainda não terminou? Estamos prolongando a oração ou adicionando outra ação ao rito que acabamos de celebrar?
Pode parecer uma diferença pequena. Liturgicamente e pastoralmente, não é. Uma coisa é concluir a celebração e, em seguida, iniciar um tempo de adoração. Outra é fazer com que a adoração seja percebida como uma espécie de “segunda parte” obrigatória da missa, como se a Eucaristia ainda não estivesse completa sem aquela hora que vem depois. A Missa não precisa da adoração posterior para tornar-se mais missa. Ela já é celebração da Páscoa de Cristo. Já é ação de graças. Já é um memorial. Já é comunhão. Já é uma oração. Já é adoração. A adoração posterior pode prolongar e intensificar essa experiência; mas não necessita dela para completá-la.
Por isso, a pergunta não é “devemos adorar?”. A pergunta é: quando, como e para quê adoramos?
Existe também algo pedagogicamente importante em reconhecer que uma ação litúrgica possui começo, desenvolvimento e conclusão. A clareza entre os momentos ajuda a comunidade a compreender o que está celebrando e a participar conscientemente de cada ação. A liturgia não perde sua riqueza porque seus momentos possuem identidade própria; ao contrário, essa distinção pode favorecer uma participação mais consciente. Concluir não significa encerrar a relação com Cristo. Significa reconhecer que uma ação litúrgica chegou ao seu termo e que outra forma de oração pode começar. A adoração não perde seu valor quando acontece em outro momento. Pode ganhar, inclusive, uma identidade mais clara: um verdadeiro tempo de contemplação, silêncio, ação de graças e encontro, e não uma espécie de “segunda parte” obrigatória da missa. É justamente aí que a adoração encontra uma de suas maiores riquezas: quando não precisa competir com a Eucaristia nem funcionar como sua extensão ritual, mas pode nascer dela e conduzir-nos mais profundamente ao encontro com Cristo.
Esse aprofundamento, entretanto, não deveria nos afastar da vida. Bento XVI relaciona explicitamente a adoração à missão social contida na Eucaristia. O encontro pessoal com o Senhor na adoração amadurece também uma missão capaz de romper as barreiras que nos separam uns dos outros (SCa, n. 66). A contemplação não é, portanto, fuga do mundo. Quando é verdadeira, ela nos devolve a ele transformados. Cristo Eucaristizado não reúne a comunidade para que ela permaneça indefinidamente reunida em torno de si. A comunidade entra no templo trazendo sua vida, seus conflitos, suas dores e esperanças. Escuta a Palavra, celebra a Páscoa de Cristo, recebe o alimento eucarístico e retorna à existência cotidiana. Ele a reúne, alimenta e envia. O encerramento da celebração não é simplesmente o fim de um evento religioso; ele possui uma dimensão de envio. É por isso que a dimensão social da fé não é um assunto acrescentado à Eucaristia depois que ela termina. Ela nasce da própria lógica da comunhão. Se a Eucaristia nos coloca em comunhão, essa comunhão precisa aparecer na maneira como tratamos as pessoas. Se recebemos o Corpo de Cristo, não podemos permanecer indiferentes diante dos corpos feridos pela fome, pela pobreza, pela violência, pelo abandono e pela exclusão. Se celebramos uma mesa na qual todos são chamados à participação, precisamos perguntar o que fazemos quando encontramos pessoas que permanecem fora das mesas da sociedade. A mesa eucarística não pode ser separada das mesas onde faltam alimento, dignidade e reconhecimento.
Oração e ação deixam de ser opostas. A ação cristã não substitui a oração, assim como a oração não pode ser utilizada para fugir da ação. A Eucaristia não nos retira do mundo para que permaneçamos protegidos dentro do templo; ela nos alimenta para que possamos retornar ao mundo com outro olhar.
Por isso, uma pergunta sobre o tempo pode se transformar em uma questão sobre a missão. Não se trata apenas de saber ‘quanto tempo permanecemos na igreja?’, mas de perguntar o que fazemos lá fora com aquilo que recebemos lá dentro. Podemos passar três ou quatro horas no templo e continuar indiferentes à pessoa que sofre do lado de fora. Podemos participar de uma celebração liturgicamente impecável e não perceber quem permanece sozinho no banco ao nosso lado. Podemos falar de comunhão e reproduzir exclusões. Podemos cantar sobre fraternidade e continuar tratando determinadas pessoas como se a existência delas valesse menos. O problema, então, não é a quantidade de horas dedicadas à oração, mas quando esse tempo começa a ocupar o lugar da transformação que deveria acontecer em nós.
Uma comunidade não se torna mais eucarística por permanecer mais tempo diante do altar, mas porque permite que o altar transforme sua relação com a vida.
Talvez seja necessário retomar a afirmação que deu origem a tudo isso: “Eu não preciso ir à missa para estar em comunhão com Deus”.
A resposta não precisa ser simplesmente “precisa, sim”.
É necessário perguntar o que queremos dizer com “ir à Missa”. Se for apenas cumprir uma obrigação — permanecer uma hora sentado, levantar-se, ajoelhar-se, receber a Comunhão e ir embora —, compreendo por que alguém pode não encontrar sentido nisso. Se, porém, ir à Missa significa deixar-se reunir por Cristo com uma comunidade, escutar uma Palavra que questiona, participar do memorial de sua Páscoa, receber o alimento eucarístico, adorar aquele que recebemos e ser enviado para uma vida que corresponda ao que celebramos, então já não estamos falando de uma hora do domingo. Estamos falando da própria existência cristã.
É por isso que o problema não se resolve aumentando nem encurtando o tempo que passamos dentro do templo. É necessário recuperar o sentido. Precisamos formar pessoas capazes de compreender os sinais que celebram, reconhecer a presença de Cristo na Eucaristia, permanecer em silêncio sem precisar preencher cada espaço, adorar sem transformar a adoração em obrigação e, sobretudo, compreender que a comunhão recebida no altar exige uma comunhão vivida na história. A liturgia educa. A Eucaristia alimenta. A adoração prolonga e aprofunda. A missão traduz na vida aquilo que celebramos no altar. Quando essas dimensões se separam, podemos acabar acumulando práticas religiosas sem necessariamente amadurecer na fé. Quando se reencontram, a pergunta sobre a duração perde sua centralidade.
O relógio não mede a profundidade da fé. A medida está em outro lugar: naquilo que permanece em nós quando a celebração termina. Se saímos da Missa menos indiferentes, mais atentos à dor do outro, mais disponíveis para servir, mais comprometidos com a justiça, mais capazes de reconhecer a dignidade de cada pessoa e mais dispostos a construir comunhão, então aquilo que celebramos atravessou o limite do templo. Exatamente aí é que a Missa volta a nos bastar: quando compreendemos que ela não foi feita para nos prender no templo, mas para nos alimentar e nos enviar. Não para gerar consumidores de rito religioso, mas para reunir, celebrar, formar, alimentar e enviar discípulos em missão.
Referências
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. 5. ed. Brasília, DF: Edições CNBB, 2022.
FRANCISCO. Desiderio desideravi: Carta apostólica sobre a formação litúrgica do povo de Deus. Vaticano, 29 jun. 2022.
HAN, Byung-Chul. Sociedade do cansaço. Petrópolis: Vozes, 2015.
BENTO XVI. Sacramentum Caritatis: Exortação apostólica pós-sinodal sobre a Eucaristia, fonte e ápice da vida e da missão da Igreja. Vaticano, 22 fev. 2007.
CONCÍLIO VATICANO II. Sacrosanctum Concilium: Constituição sobre a Sagrada Liturgia. Vaticano, 4 dez. 1963.
*Seny Giannini — Bacharelanda em Teologia pela Universidade Católica Dom Bosco
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